Que venha nos ares doces d’aurora!
a paz da infância (que não tive),
a paz
pura e simples que permite
o despontar suave das horas...
Que venha até mesmo agora!
A
paz que nem sei se existe...
a paz que uns dizem voar livre,
pelo
azul do céu mundo afora...
Mas às
vezes ante o azul céu
pairam
as nuances do cinza,
e as
asas recolhem apressadas...
Aguardam
o temporal encolhidas,
as
brancas asas então represadas...
Mais tarde somem no
imenso véu.Publicado em: oasispoeticobrasil.blogspot.com.br
Autor: André L.B. Barros - (Álvaro Cosmo Filho).
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