Beleza
nua e selvagem
curtida
pela luz do sol
e pelo sal do mar...
O seu
contorno abaulado
abancado
na alva areia,
parecia
até uma miragem!
Como
fosse uma sereia
acariciando os cabelos,
preparando
o canto de amor,
para
meu coração fisgar...
mas ela
cantou a tristeza!
Melodia
feita no dissabor
por
alguém que a deixou lá...
Ó
morena de Itamaracá!
Se o
calor meu tivesse secado
as suas
lágrimas de sereia,
nem lua cheia seria preciso!
Amar-te-ia a noite inteira,
como fosse eu o seu par.
Publicado em: oasispoeticobrasil.blogspot.com.br
Autor: André L.B. Barros - (Álvaro Cosmo Filho).
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