Ainda
que alguém aponte
tão sublime
luz que fulgura
ante
a platônica caverna,
preferimos
ver as sombras,
que
tremulam na parede dela;
Um
abismo se avoluma
em
cada um de nós,
e lá
eu ouço as correntes,
o ranger dos dentes...
Tanta
dor, desespero, solidão...
Inferno
que desde sempre
nós temos
construído,
com as
nossas próprias mãos!
Contudo
ainda há amor,
há bondade,
compaixão...
Nada
está perdido!
Ainda
há tempo de ascender...
De nos libertar da
escuridão.Publicado em: oasispoeticobrasil.blogspot.com.br
Autor: André L.B. Barros - (Álvaro Cosmo Filho).
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